top of page

Encenada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Avatar, com cenografia de Luiz Carlos Ripper, transformou o espaço expositivo em uma arena sensorial. Sobre um chão de areia, os atores se moviam entre formas translúcidas — grandes ovalóides e volumes que evocavam bicos de pássaro — compondo uma paisagem cênica de caráter quase escultórico.

 

A cena se estruturava menos como representação e mais como experiência espacial, em que corpo, matéria e luz se articulavam em um ambiente de forte presença física e poética.

 

A produção dos elementos cenográficos coube ao arquiteto José Luiz Ripper. Fui responsável pela programação visual do espetáculo: convite, material de divulgação e programa.

 

Staged at the Museum of Modern Art in Rio de Janeiro, Avatar, with set design by Luiz Carlos Ripper, transformed the exhibition space into a sensory arena. Over a sand-covered floor, actors moved among translucent forms — large ovoid shapes and volumes suggesting bird beaks — composing a scenic landscape with an almost sculptural presence.

 

The scene was structured less as representation and more as a spatial experience, in which body, matter, and light were articulated into an environment of strong physical and poetic impact.

 

The production of the scenic elements was carried out by architect José Luiz Ripper. I was responsible for the show’s visual identity: invitation, promotional materials, and program.

Avatar /convite, programa, cartaz

avatar_cartaz_edited.jpg
Scan_avatar_10.jpg
bottom of page